sábado, 15 de dezembro de 2012

Secretaria Sindical reúne-se com presidente do PT para debater direito de greve no setor público

Rui Falcão recebeu os sindicalistas nesta sexta-feira, na sede do PT em São Paulo.


Nesta sexta-feira (14) a Secretaria Sindical do PT realizou reunião com o presidente do partido, Rui Falcão, para tratar sobre questões que são temas do movimento sindical por todo o Brasil. De acordo com o secretário nacional sindical do PT, Angelo D’Agostin Jr, a iniciativa pretende criar a possibilidade do debate dessas questões “Tanto partidáriamente, quanto a interlocução no Parlamento ou nas administrações. Um dos temas centrais foi a possibilidade de potencializar os processos de negociações em mesas de debates entre os movimentos sindicais e as administrações petistas” explicou.
O petista explicou que atualmente existem experiencias positivas nesse sentido em diversos municípios, estados e até mesmo na União. “A importancia dessa discussão é tanto para ampliar esse processo no Governo Federal, quanto agora na hora em que novos prefeitos tomarem posse nos municípios. São questões centrais que podem evitar problemas como, inclusive, as greves que ocorrem em alguns momentos” afirmou Angelo.
Outro ponto da reunião foi a regulamentação do direito de greve no setor público. “Todas as seis centrais sindicais se uniram para criar um documento que foi entregue ao Governo Federal com propostas para essa regulamentação que passa pela negociação antes de que se realize a greve e se defina como ela vai funcionar. E esse debate se deu de forma de o PT ser um articulador firme para ajudar essa proposta de Projeto de Lei” acrescentou o seretário.
Segundo Angelo D’Agostin já existe um calendário para, no Encontro de prefeitos, que será realizado no início do ano que vem, apresentar propostas concretas de como confirgurar essas mesas de discussão. Além do presidente Rui Falcão, participaram da reunião o presidente da CUT e representantes e dirigentes de todas as outras centrais sindicais do País.
(Janary Damacena - Portal do PT)

Em Barcelona, Lula recebe 24º Prêmio Internacional Catalunha

 

"O Brasil é reconhecido principalmente porque é hoje uma nação mais justa. Porque tirou da extrema pobreza 28 milhões de brasileiros e promoveu a ascensão de quase 40 milhões de pobres à classe média", afirmou o ex-presidente durante discurso.


O ex-presidente Lula recebeu na noite desta quinta-feira (13) em Barcelona o 24º Prêmio Internacional Catalunha. A premiação, que foi entregue pelo presidente do governo autônomo da Catalunha, Artur Mas, é destinada a pessoas que tenham contribuído com o desenvolvimento de valores culturais, científicos ou humanos.
Durante sua fala, Artur Mas disse que, apesar de a Catalunha ter conquistado há algumas décadas o estado de bem estar social que o Brasil almeja, agora o Brasil toma esse caminho de forma bem decidida e “muitas das coisas feitas no Brasil podem servir de exemplo”.
O ex-presidente fez um discurso de agradecimento em que destacou que o Brasil não se projetou no cenário internacional somente porque se tornou a sexta maior economia do mundo, com a perspectiva de tornar-se a quinta nos próximos anos. “O Brasil é reconhecido principalmente porque é hoje uma nação mais justa. Porque tirou da extrema pobreza 28 milhões de brasileiros e promoveu a ascensão de quase 40 milhões de pobres à classe média”.
Lula se disse ainda orgulhoso por receber o mesmo prêmio que foi conferido, em 2006, ao brasileiro-catalão Dom Pedro Casaldáliga, em reconhecimento à luta por ele travada em defesa da dignidade do povo pobre da Amazônia. “Casaldáliga levou ao meu país a força espiritual da Catalunha. Nosso bispo, forjado na tradição libertária catalã, é uma referência moral e política para todos os democratas brasileiros”.
Lula venceu por unanimidade uma eleição que contou com 177 nomes, de 57 países. Durante o anúncio do prêmio, em abril deste ano, Artur Mas já havia destacado o caráter do ex-presidente brasileiro, “que o permitiu enfrentar, com criatividade e coragem, a pobreza e a desigualdade”. O catalão disse ainda que a escolha de Lula foi motivada pela luta que travou durante seus dois mandatos pelo crescimento econômico do Brasil e para “erradicar a pobreza e a miséria”.
O júri, presidido pelo escritor e filósofo Xavier Rubert de Ventós, elogiou a política adotada por Lula “a serviço de um crescimento econômico justo, que colocou seu país à frente da globalização e favoreceu uma divisão mais justa da riqueza e das oportunidades”.
Sobre o Prêmio
O Premi Internacional Catalunya é concedido anualmente desde 1989 a personalidades internacionais dos meios político, econômico e cultural. Homenageados anteriores incluem os ex-presidentes ou primeiros-ministros Jimmy Carter (EUA, 2010), Vaclav Havel e Richard von Weizsacker (Rep. Tcheca e Alemanha, compartido em 1995), Jacques Delors (França e União Européia, 1998); os intelectuais Edgar Morin (1994), Karl Popper (1989) e Claude Lévi-Strauss (2005); e os ganhadores do Prêmio Nobel Aung San Suu Kyi (Myanmar, 2008) e Amartya Sen (Índia, 1997). Também recebeu o prêmio o brasileiro de origem catalã Pedro Casaldáliga, ex-Bispo de Conceição do Araguaia (2006).
Discurso lido (não inclui improvisações):
Queridos amigos e queridas amigas,
Ao longo da vida, enfrentei duras batalhas.
Primeiro, como líder sindical, durante a ditadura militar, lutando pelos direitos dos trabalhadores e pela conquista da democracia.
Depois, como líder partidário, para fazer chegar ao poder, pelo voto democrático, um projeto político que fizesse o país retomar o crescimento econômico, gerar empregos, promover a inclusão e reduzir a desigualdade social. O que, felizmente, fomos capazes de realizar nos oito anos em que presidi o meu país.
Quando soube que havia sido agraciado com o importante Prêmio Internacional da Catalunha, em abril deste ano, tinha acabado de enfrentar a mais desafiadora de todas as batalhas, a luta pela minha própria vida.
Eu tinha concluído o tratamento contra um câncer de laringe que fora diagnosticado seis meses antes.
Venci, mas demorei muitos meses para me recuperar dos efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia.
Agora, já recuperado e pronto para novos embates, venho receber e agradecer de todo o coração a generosidade da Catalunha.
Dessa Catalunha democrática e progressista, que desde a sua heroica resistência ao fascismo, nos anos 30 do século passado, é um símbolo internacional da luta pela liberdade e justiça social.
Minhas senhoras e meus senhores,
É com grande emoção que chego a Barcelona para receber esse prêmio, do qual me orgulho duplamente.
Eu me orgulho porque, como presidente do Brasil, busquei um caminho que unisse crescimento econômico e distribuição de renda. Naquele momento, grande parte do mundo considerava como verdades os dogmas do chamado Consenso de Washington, que davam garantias ao capital especulativo e relegavam a segundo plano o bem-estar dos seres humanos. Adotamos outro modelo de desenvolvimento, privilegiando a economia real. Esse novo paradigma mudou para melhor a situação do meu país e, sobretudo, as condições de vida da população brasileira.
O Brasil não se projetou no cenário internacional somente porque se tornou a sexta maior economia do mundo, com a perspectiva de tornar-se a quinta nos próximos anos.
O Brasil é reconhecido principalmente porque é hoje uma nação mais justa. Porque tirou da extrema pobreza 28 milhões de brasileiros e promoveu a ascensão de quase 40 milhões de pobres à classe média.
Também me orgulho por receber o mesmo prêmio que foi conferido, em 2006, ao brasileiro-catalão Dom Pedro Casaldáliga, em reconhecimento à luta por ele travada em defesa da dignidade do povo pobre da Amazônia brasileira.
A bíblia diz que todos os homens foram feitos à imagem e semelhança de Deus.
Dom Pedro levou esse ensinamento ao limite e sempre viu a face de Deus no rosto de cada um dos desprotegidos daquela região do Araguaia, onde se fixou, e a qual dedicou a sua vida.
Casaldáliga levou ao meu país a força espiritual da Catalunha. Nosso bispo, forjado na tradição libertária catalã, é uma referência moral e política para todos os democratas brasileiros.
Além do mais, como o excelente poeta que é, ele encarna no Brasil, o talento notório dessa terra que nos deu Gaudí, Miró e inúmeros outros magníficos artistas.
Amigos e amigas,
Recebo essa homenagem em nome de todo o povo brasileiro, que foi o grande responsável pelas conquistas do meu país nos últimos dez anos.
Nos oito anos do meu governo, e nos dois da querida presidenta Dilma Rousseff, demostramos que o acesso do pobre aos direitos de cidadania, e ao consumo, é capaz de estimular toda a economia.
O Brasil não distribuiu renda porque cresceu, mas cresceu porque distribuiu renda.
Em 2003, quando assumimos o governo, lançamos o Programa Fome Zero, com o objetivo de alimentar os que não tinham o que comer. Em outubro daquele ano, lançamos o Programa Bolsa Família, já orientado para garantir uma renda mínima mensal aos brasileiros mais pobres.
Vocês, que vivem num continente em que esses problemas foram em grande parte superados há décadas, podem se espantar, mas a garantia de uma renda mínima aos pobres brasileiros revolucionou a economia do meu país.
Os benefícios do Bolsa Família, dados através de um cartao magnetico,  impulsionaram fortemente o nosso mercado interno.
O consumo da população pobre fez prosperar o comércio; o setor de serviços passou a ser uma fonte de renda para aquela população que vivia à margem da sociedade de consumo.
A política de transferência de renda, a ampliação do crédito, a elevação do salário mínimo, entre outras medidas, aumentaram o poder de compra das classes populares e possibilitaram a ascensão social de grandes parcelas da população.
Todos os setores da economia se beneficiaram: alimentos, vestuário, eletrodomésticos, automóveis e construção civil. Foram criados, em 10 anos, 18 milhões de empregos formais.
Foi esse aumento do poder de compra dos brasileiros pobres que deu ao meu país condições de enfrentar as crises financeiras de 2008 e 2009.
Mais investimentos públicos e privados geraram mais emprego e mais renda.
Estes foram os antídotos que nós usamos contra a crise financeira que abalava o mundo, na contramão dos países que exigiam das nações credoras uma política restritiva, que resultava em menos oportunidades, menos renda e no sacrifício de parcelas já desprotegidas da população.
Caros amigos,
Existem várias formas de fazer política. Até dois anos atrás, fiz política através de processos eleitorais democráticos. Foram os votos dos meus conterrâneos que me deram legitimidade para defender, nos fóruns internacionais, uma ordem internacional mais equilibrada e justa.
Encerrados dois mandatos eletivos de presidente, continuo a fazer política porque tenho uma crença profunda na humanidade. Na capacidade dos homens de lutar pela justiça.
Meu papel político, agora, é pregar que o desenvolvimento de um país deve representar a prosperidade de todos os seus cidadãos.
E é pregar que o desenvolvimento global, da mesma forma, deve ser o resultado do progresso de todos os continentes e de todos os países.
Este é o momento da inclusão dos pobres na economia dos seus países, e dos países pobres na economia mundial.
E gostaria de dedicar esse prêmio, que tanto me emociona, a todas as pessoas que acreditam e lutam por um mundo menos desigual.
Muito obrigado.

(Assessoria de Comunicação/Instituto Lula)

Prefeitos, Vice-Prefeitos eleitos, além dos 29 novos vereadores das cidades de Parelhas, Santana do Seridó e Equador, participaram da solenidade de Diplomação


Na noite de ontem (14), os Prefeitos e Vice-Prefeitos eleitos, além dos 29 novos vereadores das cidades de Parelhas, Santana do Seridó e Equador, participaram da solenidade de Diplomação no Clube Centenário de Parelhas.

Na oportunidade a Juíza Dra Carmem Verônica Calafange ressaltou a importância e responsabilidade dos eleitos, em governarem com transparência, sem esquecer que estarão nos próximos quatro anos, sendo a voz e a representação dos eleitores dos seus municípios.

O Prefeito reeleito de Parelhas, o Professor Francisco Medeiros agradeceu a Deus e ao povo pela confiança em deixa-lo administrar o municipio de Parelhas por mais quatro anos, além do reconhecimento ao apoio incondicional do Vice-Prefeito José Rogério Dantas (PMDB) e de toda a militancia que compôs a Coligação "Parelhas no Rumo Certo", e ressaltou que espera poder trabalhar mais e mais para ver uma Parelhas cada vez melhor. Ao final de seu discurso, parabenizou aos onze vereadores eleitos de Parelhas, e desejou um Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos.

IFRN desenvolve projeto para produtores de Queijo de Qualho e Manteiga de Parelhas


Na manhã do dia, 10 de Dezembro, professoras e alunos do curso Técnico em Alimentos do IFRN – Instituto Federal do Rio Grande do Norte – estiveram em Parelhas, na Câmara Municipal de Vereadores, participando de reunião com os produtores de queijo de qualho e manteiga do município.

As professoras Uliana Medeiros e Itala Viviane pertencem ao campus de Currais Novos – RN e estão desenvolvendo um projeto voltado para os produtores de queijo que utilizam leite cru no processo. A intenção é tornar o produto conhecido no mercado utilizando a “denominação de origem”, como já é feito em outras regiões do país, a exemplo do famoso “Queijo de Minas”.

O SEBRAE e Prefeituras de cidades onde o projeto tem sido implantado estão atuando como parceiras na divulgação e expansão do mesmo. Em Parelhas não poderia ser diferente. Na reunião estiveram presentes Ivanilson Pereira e Gildete Maria, como representantes da PMP.

As professoras explicaram aos produtores que estiveram na reunião como este queijo com Indicação Geográfica tem ganhado espaço no mercado através de incentivo à divulgação do local onde ele é produzido. A qualidade no processo de produção é o primeiro passo. Os alunos e professoras pretendem ensinar como os donos das queijeiras podem manter a higiene, sem perder as características do processo artesanal, que é o que garante o sabor diferenciado ao queijo nordestino.

O cooperativismo foi uma das ideias mostradas. Com ele, os produtores deixam de concorrer entre si e tornam-se parceiros.

Uma das barreiras que impede a expansão do comércio do queijo feito com leite cru é a Instrução Normativa Brasileira que exige que o queijo seja maturado com até 60 dias. “Esse tempo é mais que o exigido pelo queijo de qualho ou manteiga para ficar pronto. Caso os produtores decidissem obedecer a IN, o sabor e a qualidade do queijo seriam alterados e prejudicados”, explicou Uliana Medeiros.

O que alunos e professores do curso de Técnico de Alimentos pretendem é lutar por modificações na Instrução Normativa que possam beneficiar o produtor de queijo de qualho e manteiga, facilitando o marketing e para que a produção caminhe em sintonia com os órgãos fiscalizadores.

Eleição para presidência do SINDSERPPA


Aconteceu na tarde dia, 10 de Dezembro, a eleição para Presidente e Vice-presidente do SINDSERPPA – Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Parelhas – onde 132 pessoas votaram. Foram 129 votos na Chapa 1 e 3 votos em Branco. Edimar Jose da Silva é o Presidente eleito e Jerry Adriani de Freitas o Vice. Os dois ficarão a frente do sindicato até o ano de 2014. A posse dos eleitos acontecerá no dia 4 de Janeiro na AABB.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Morre aos 104 anos, o arquiteto de Brasília Oscar Niemeyer



Deu n'O Globo...Morreu nesta quarta-feira, por volta das 22h, o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, informou a TV Globo. Reconhecido em todo o mundo como um dos grandes expoentes da arquitetura moderna, o homem que desenhou Brasília deixou sua marca em várias cidades do mundo ao longo do século XX. Além disso, fez diversos projetos gratuitamente, em benefício das causas que inspiravam sua construção. 

Sua assinatura está nos principais edifícios do Distrito Federal, entre eles o Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada e o edifício do Congresso Nacional. Também projetou o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, o famoso "disco voador" do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e o Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Capacidade dos aeroportos brasileiros aumenta em mais de 13 milhões de passageiros por ano


PAC 2 concluiu 16 obras em 10 aeroportos


A capacidade dos aeroportos brasileiros aumentou em mais de 13 milhões de passageiros por ano devido às ações da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que concluiu 16 obras em 10 aeroportos (veja tabela). Estão em andamento 22 empreendimentos, como a terraplenagem para construção de outro Terminal de Passageiros (TPS – 3) no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Além do PAC 2, o Plano de Investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa) investirá R$ 308 milhões no reaparelhamento, reforma e a expansão da infraestrutura aeroportuária de interesse estadual e regional. A previsão da Secretaria de Aviação Civil (SAC) é que os convênios com os governos estaduais sejam firmados até o final do ano. As obras em 22 aeródromos de 13 estados incluem a reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios e a revitalização de sinalizações e de pavimentos.
O Profaa prevê também a compra de 48 carros contra incêndio, até o fim de 2013, que serão destinados a aeroportos em 15 estados, o que permite operação de aviões de maior porte para atender ao crescimento da demanda. O investimento total nesta ação será de R$ 78 milhões, sendo R$ 72 milhões de parcela da União e o restante de contrapartida dos estados.
Programa – De acordo com o quinto balanço do PAC 2 , divulgado no último dia 19, estão em obras os terminais de passageiros de Confins, Cuiabá, Fortaleza, Foz do Iguaçu, Florianópolis, Manaus e Galeão. E também a construção de novos terminais de carga e ampliação e reformas de pistas e pátios, como no Galeão, Salvador e Macapá.
Além disso, as concessões dos aeroportos de Guarulhos e Campinas, em São Paulo, do aeroporto de Brasília e de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, vão gerar investimentos de mais de R$ 16 bilhões.
Tarifa aérea média doméstica cai mais de 36% em 10 anos
A Tarifa Aérea Média Doméstica no primeiro semestre de 2012 foi de R$ 272,64, valor 36,2% menor em relação ao mesmo período de 2002 – quando a tarifa ficou em R$ 427,16. As tarifas aéreas domésticas de passageiros encontram-se, desde agosto de 2001, sob o regime de liberdade tarifária. As empresas aéreas podem definir seus preços e apenas registram o valor na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A tarifa do primeiro semestre de 2012 teve redução de 1,1% em comparação com o mesmo período do ano passado. O valor referente ao segundo trimestre de 2012, registrado em R$ 258,59, teve redução de 6,2% se comparado ao mesmo período do ano passado – quando o indicador ficou em R$ 275,77.
(Secom / PR)

Tucanos boicotam barateamento da tarifa de energia elétrica, denuncia Ferro


No que depender do comando do PSDB, a população brasileira não terá a redução da tarifa de energia elétrica. A afirmação é do deputado Fernando Ferro (PT-PE), a propósito da divulgação, nesta segunda-feira (03), da decisão do conselho de acionistas da CESP (Companhia Energética de São Paulo) de não renovar as concessões de três hidrelétricas, que vencem em 2015, seguindo as regras propostas pelo governo federal na Medida Provisória 579.


“Trata-se de uma resposta contra a iniciativa do governo federal para baixar a conta de luz dos brasileiros’’, criticou Ferro. “É uma tentativa de criar um movimento contrário, apostando em outro caminho, que passa pela devolução das concessões ao fim dos contratos em 2015 e pela expectativa de retomada em um novo leilão”.
A CESP é uma das poucas empresas de energia do estado de São Paulo que continuou sob controle estatal após o processo de privatização das empresas públicas comandado pelo PSDB, durante o governo FHC (1995-2002).
Agora, como acionista majoritário da CESP, o governo do estado de São Paulo decide não aceitar as condições de antecipar renovação das concessões, optando pela devolução das concessões em 2015 quando vencem os contratos. A negativa da CESP pode ser vista como uma pedra no caminho para o barateamento da energia.
A proposta do governo federal de reduzir as tarifas – na média de 20,2%, para consumidores residenciais e industriais – insere-se no processo de renovação dos contratos. A presidenta Dilma Rousseff defende o estrito cumprimento dos contratos: investimentos já amortizados devem ser expurgados da composição das planilhas.
Hidrelétricas e linhas de transmissão, em alguns casos, já foram pagas duas vezes pelos consumidores. Manter a prática atual significa continuar bancando altos lucros de empresas do setor, algumas passadas a preço de banana à iniciativa privada no período FHC, que mudou regras e garantiu aumento espetacular das tarifas.
A proposta de Dilma baseia-se no novo modelo para o setor, formulado durante o governo Lula, e que tinha, entre os principais objetivos, propiciar segurança no abastecimento e a modicidade tarifária. Corrigiram-se os erros do modelo neoliberal tucano, que privatizou o setor e gerou um apagão em 2001 que, por mais de um ano, deixou os brasileiros nas trevas. Foram adotados novos paradigmas. Agora, é mais um passo para a consolidação do novo modelo, mas o PSDB, conforme lembrou Fernando Ferro, age em defesa dos interesses privados e dos operadores do mercado financeiro, em detrimento dos interesses da maioria da população.

Reforma política deve ser votada ainda este ano na Câmara


"A questão é enfrentar o momento. Alguns temas poderão ser vitoriosos, outros derrotados, mas a temática é votar", afirma o relator do projeto, deputado Henrique Fontana (PT-RS).


O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) disse que o projeto de lei que propõe a reforma no sistema político brasileiro nunca será votado por acordo. “É um acordo de procedimento de votação o que temos que fazer, e aí cada bancada vai exercer sua opinião”, analisou o parlamentar, que é relator da matéria na Câmara, em entrevista concedida ontem (3). “A questão é enfrentar o momento. Alguns temas poderão ser vitoriosos, outros derrotados, mas a temática é votar.”
Fontana explica que quatro pontos da reforma política têm apresentado mais apoio dos deputados até agora: financiamento público de campanha, fim das coligações proporcionais e a eleição em lista mista flexível para cargos legislativos, e a coincidência de eleições federais, estaduais e municipais, que passariam a ocorrer no mesmo ano. “Há um conjunto de conversas entre dirigentes partidários e deputados, um clima cada vez mais forte em favor de uma votação do relatório da reforma política”, complementa o deputado, sem precisar quando essa votação poderia ocorrer. “Será no dia em que o presidente da Câmara fizer uma costura. Pode tanto ser nesta semana quanto na outra.”
Na última quinta-feira (29), o presidente da Câmara, deputado federal Marco Maia (PT-RS), afirmou que a reforma política teria prioridade para votação a partir desta terça-feira (4), destacando que o plenário discutiria os mesmos quatro pontos citados à RBA por Henrique Fontana, cujo parecer sobre a matéria foi apresentado no início do ano. Até agora não houve consenso para votação do projeto de lei, e no início de novembro Marco Maia decidiu que conduziria a votação da proposta de maneira fatiada, ponto a ponto.
De acordo com Henrique Fontana, o tema de aprovação mas urgente é o financiamento público de campanha. “Considero a mudança estrutural mais importante da política brasileira. Sua grande vantagem será ampliar a democracia ao retirar o poder que hoje é concedido ao poder econômico, que é muito grande”, resume. “Cada vez mais a eleição é decidida pelo fator econômico, e o que deveria ser o principal – ideias, projetos, história de vida, credibilidade do candidato – é substituído pela potência financeira. No último pleito para a Câmara, das 513 campanhas mais caras, em cada estado, 380 tiveram sucesso. A relação entre vitória eleitoral e capacidade de arrecadação é direta.”
O deputado afirma, porém, que a ideia não é beneficiar todos os candidatos com o mesmo montante de recursos públicos. “Pequenas diferenças continuarão ocorrendo”, ressalva. “Temos de ponderar de acordo com o tamanho do partido: não posso dar para o candidato à presidência da República pelo PTdoB, por exemplo, o mesmo valor que vai para o candidato do PSDB ou do PT, porque a sociedade brasileira deu mais representação a esses partidos.” Fontana explica que o critério a ser adotado destinará 25% dos recursos públicos de campanha para distribuição igualitária, enquanto os demais 75% serão repartidos às siglas de acordo com o número de votos recebido na eleição anterior.

Messias e Francisco participam da reunião Ampliada do Diretório Estadual do PT




Estiveram presentes membros de vários Diretórios Municipais, do Diretório Estadual, alguns Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores eleitos de todas as regiões do RN. O objetivo foi debater o resultado do crescimento político Nacional e Estadual do PT nas eleições 2012, bem como o reposicionamento do Partido para o futuro.

Juntamente com Francisco marquei presença no evento, estiveram presentes também o Deputado Estadual Fernando Mineiro e a Deputada Federal Fátima Bezerra. 

A referida reunião aconteceu Sábado dia 01 de Dezembro no auditório da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte-RN.


FONTE: Blog de Messias Medeiros